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por falcao, em 07.06.05
PORCARIA
A política portuguesa transformou-se num jogo de conveniências e num repositório de falsidades e hipocrisias - seja qual fôr o lado do espectro partidário.

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publicado às 09:04

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por falcao, em 06.06.05
FORA
Sinto que não há espaço. Sinto-me cada vez mais de fora. Cada vez mais céptico. Cada vez mais distante de tudo.

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publicado às 18:38

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por falcao, em 06.06.05
Star Wars low budget

ESPREITAR – Shane Felux é um fã da saga da «Guerra das Estrelas» que ao longo dos últimos três anos pôs de pé a sua própria versão da história. O projecto custou-lhe cerca de 20 mil dólares (basicamente investido em hardware). Toda a gente trabalhou de borla, desde os actores amadores até todos os técnicos envolvidos e,claro, o próprio Felux. O resultado é «Revelations», um filme de 40 minutos que tem acesso livre na net num ficheiro de 252 Mb e que desde que foi disponibilizado, em Abril, já teve mais de um milhão de downloads. Se querem ter uma ideia, procurem a página da Painstruck Productions e serão surpreendidos pela qualidade do projecto. George Lucas acarinha este tipo de inciativas e estimula-as, desde que elas não tenham intuitos comerciais – ou seja, permite que personangens e temas do seu universo sejam utilizados em novas histórias por fãs da série, desde que os projectos não tenham fins lucrativos – na realidade o próprio Lucas promove um concurso anual de fan films. Shane Felux não deu por mal empregue o investimento de três anos feito em «Revelation» - o facto de ter sido lançado já em plena tempestade da apresentação do novo filme oficial da série, trouxe-lhe notoriedade acrescida e uma enorme projecção mediática que já despertou a atenção dos grandes estúdios de Hollywood. « Fiz ‘Revelations’ do nada, imaginem o que posso vir a fazer com um orçamento» - disse ele ao jornal «USA Today».

AUDIOVISUAL – As receitas totais das vendas internacionais de programas de televisão produzidos no Reino Unido atingiram 974 milhões de dólares em 2004, em comparação com os 921 milhões obtidos em 2003. Os números do ano passado foram em parte conseguidos pelo aumento de 25 por cento verificado nas vendas de DVDs e Home Vídeo, que atingiram 159 milhões de dólares. Os Estados Unidos absorvem 40 por cento do total das vendas e as exportações para a Europa Oriental subiram 28 por cento. Os programas mais vendidos foram «Gilette World Sport» que é vista em 220 países, a série policial «Midsome Murder» que foi vendida para 204 países e o formato «Ídolos», presente em 200 mercados.

NÚMEROS – A circulação de jornais a nível global em todo o mundo aumentou 2,1 por cento em 2004 e as receitas de publicidade tiveram o maior aumento dos últimos três anos, com um salto de 5,3 por cento divulgou a World Association Of Newspapers. Na União Europeia, no entanto, registou-se uma quebra de 0,7 por cento da circulação de imprensa e Portugal e a Polónia foram os únicos países onde se registaram aumentos. Nos Estados Unidos houve decréscimo de um por cento, a União Indiana e a China registaram aumentos e o Japão manteve-se estável.
Nos números agora divulgados sente-se o peso dos jornais de distribuição gratuita – que em Espanha já significam 40% do total da circulação dos jornais diários e em Itália estão nos 29 por cento. Outro dado curioso revela que as edições on line dos jornais a nível mundial tiveram um aumento de visitantes de 32 por cento - em consequência as receitas de publicidade nos sites de jornais em todo o mundo subiram 21 por cento em 2004, o maior aumento já verificado no sector.

DEVORAR – A edição especial extra-série da revista «The Economist» que leva o título genérico de «Intelligent Life, New Trends For Smart Living». Ao longo de 146 páginas pode encontrar um ponto de situação das principais tendências nos campos da moda, bens de consumo, viagem, veículos, entretenimento, manutenção da forma física e gestão pessoal de recursos e dinheiro. Tudo está convenientemente ilustrado e, claro, com o rigor estatístico e informativo que são a marca editorial da «Economist».

AUSTERIDADE – Em tempo de vacas magras é tempo de procurar restaurantes baratos e bons. A Sofxana fica no nº16 da Rua do Beato e produz cozinha portuguesa honesta e bem servida. As especialidade da casa são cataplanas de cherne e marisco, posta mirandesa, entrecosto no churrasco e cozido (às quartas e Domingos). O vinho da casa (quer o branco, quer o tinto), vem de Peso da Régua e é digno. O cozido tem enchidos de boa qualidade, é farto de carnes. Indo para o vinho da casa, cada pessoa fica bem servida por dez euros. A sala é simpática, o serviço é q.b.. Telefone 21 868 17 56.

REMATE – Parece que desta vez o pessoal fartou-se de levar com a mania da Europa em cima e mandou às urtigas uma Constituição que poucos percebem para que serve e o que é.

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publicado às 18:38

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por falcao, em 06.06.05
TEREI PINTADO O CABELO DE LOURO?

Quando soube das notícias sobre os aumentos nos impostos achei que tinha pintado o cabelo de louro e vivia na Suécia. É certo que temos um clima melhor, mas quase tudo o resto é pior, nomeadamente os serviços proporcionados aos cidadãos. O Estado quer que sejamos solidários com ele, mas não se mostra solidário connosco. Vai buscar mais a quem já paga bastante, sem nada oferecer, mas permanece receoso de afrontar os caciques locais com a questão das scuts e de aplicar o princípio, justíssimo, de que quem as utiliza é quem as deve pagar.
Das medidas anunciadas na semana passada salta uma coisa à vista: quem trabalha por conta de outrem é quem é mais uma vez penalizado. Convém sermos realistas: não estamos a falar de perseguir os incumpridores, estamos a falar de quem já hoje paga muito ao Estado todos os meses e que vai passar a trabalhar seis meses por ano apenas para pagar impostos e taxas directas.
A qualquer cidadão custa a acreditar que os responsáveis dos principais partidos, candidatos a Primeiro Ministro, não soubessem qual era a situação do país. Simplesmente não é credível que ignorassem o problema do deficit, que, além de variações conjunturais, é estrutural.
No meio da nova gritaria sobre as finanças públicas estranhei um silêncio – desta vez não se ouviu ainda o Presidente da República a falar da obsessão pelo deficit.
Fazer uma campanha e ganhar eleições a prometer uma coisa e, depois, fazer outra, é uma das formas de desacreditar o regime. Como é que se chama à forma de governo na qual exercem o poder aqueles que, com o verbo fácil, iludem as massas com falsas promessas? Se disserem demagogia acertam em pleno. A definição não é minha, vem nos dicionários.

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publicado às 18:37

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